terça-feira, 26 de abril de 2011

IDE E PREGAI

PERDÃO

Perdoar é um dos atos básicos da fé cristã, pois, a nossa entrada na vida que Jesus Cristo nos ofereceu, só foi possível porque recebemos perdão de nosso Deus e Pai. Ele nos perdoou, mediante a obra de seu Filho feita na cruz, em nosso favor. Amor e perdão sempre caminham juntos.



“Deus é amor”, é a mais formosa definição que a Bíblia apresenta. E a maior prova do seu amor para conosco foi perdoar todos os nossos pecados. Porque ele nos ama ele nos perdoou. Perdoar é um atributo de Deus.



Perdoar é um mandamento da Palavra de Deus. Não é um sentimento, nem depende de nossa vontade ou emoção. A Palavra declara: “sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo vos perdoou” (Efésios 4.32); “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, casa alguém tenha queixa contra outrem. Assim como o Senhor nos perdoou, assim também perdoai vós” (Colossenses 3.13).



Quando Deus nos perdoou, pôs um fim à situação desastrosa em que nós nos encontrávamos, pois, estávamos condenados à morte como conseqüência do nosso pecado de desobediência. Ele nos chamou para uma nova vida, onde o amor e o perdão sempre têm a sua máxima expressão. Perdoada a nossa ofensa, o relacionamento amoroso que nos une ao Pai Eterno foi restaurado. Diante desse ato de misericórdia e amor imerecido devemos, do mesmo modo, estender perdão a todo aquele que nos ofender. O perdão de Deus deve gerar em nosso coração o desejo de perdoar incondicionalmente, tal com ele fez conosco.



Perdoar significa deixar de considerar o outro com desprezo ou ressentimento. É ter compaixão, deixando de lado toda a idéia de vingar-se daquilo que foi feito ou pelas conseqüências que sofremos.

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A base sobre a qual exercitamos o perdão



A base para o ato de perdoar é o completo e livre perdão que recebemos do Pai. Assim como ele nos perdoou, nós perdoamos. Como filhos de Deus o perdão que expressarmos, deve ser análogo ao seu perdão – “perdoando-vos uns aos outros como, também Deus, em Cristo, vos perdoou” (Efésios 4.32), ensina o apóstolo. É inconcebível viver sob o perdão de Deus sem perdoar ao próximo.



Quando Jesus ensinou os seus discípulos a orar, ele colocou um pedido ao Pai: “perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado os nossos devedores” (Mateus 6.12). É esse espírito de perdão que deve permanecer em nós. Se o Pai, antecipadamente, nos perdoou, quando não éramos merecedores, em gratidão ao seu amor perdoador, nós devemos, também, perdoar aos que nos ofendem. O perdão deve uma característica do nosso viver cristão. Se o amor perdoador de Cristo foi sacrificial – ele se deu por nós -, da mesma forma o nosso amor deve se expressar dando-nos, em amor, por aquele que nos ofendeu.



Quando devemos perdoar



Há dois momentos, em especial, que o perdão deve se expressar:


. (1) – No momento em que fomos atingidos - injuriados, maltratados, ofendidos, perseguidos, etc. – O exemplo de Estevão mostra que ele perdoou no mesmo momento da agressão recebida (Atos 7.60) – “Então, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado”. Apedrejado até a morte, ele não pensou em si, pensou na situação dos agressores diante de Deus – perdoou-os e rogou por eles. Eis, aí manifesto o mais elevado e magnífico espírito cristão de perdão. Este primeiro mártir da fé cristã imitou o Senhor Jesus que orou na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23.34).



(2) – Quando aquele que ofendeu pede perdão – Devemos estar preparados para perdoar, tão logo nos for solicitado o perdão. Deve ser uma atitude imediata e sem guardar ressentimento algum. Isso se expressará mais fácil na medida em que amadurecemos em nossa vida espiritual. O perdão tem de ser um ato de nossa vontade disciplinada. Ele não é um sentimento, nem é facultativo. Ele resulta de colocar a nossa vontade sob a vontade de Deus.



Quantas vezes devemos perdoar



Essa foi a pergunta que Pedro fez a Jesus. A resposta do Senhor trouxe algo novo, demonstrando que já não estamos sob a Lei, estamos sobre a Graça de Deus. “Senhor, até quantas vezes meu irmão pecará contra mim, que eu lhe perdoe? Sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete” (Mateus 18.21,22). Se a Lei determina um número de vezes para perdoar, o Evangelho de Cristo não determina números, determina a aplicação do amor em grau infinito.



Condições para recebermos perdão



Perdoar para ser perdoado é o ensino de Jesus:



- “se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tampouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas”. (Mateus 6.15).

- “Assim também meu Pai celeste vos fará, se no íntimo não perdoardes cada um ao seu irmão” (Mateus 18.35).

- “E, quando tiverdes orando, se tendes alguma cousa contra alguém, perdoai, para que o vosso Pai celestial vos perdoe as vossas ofensas” (Marcos 11.25)..



O perdão "a" nós mesmos



Muitas vezes, antes de podermos perdoar os outros, devemos perdoar a nós mesmos. Habitualmente somos mais duros conosco do que com os outros. Devemos recordar que Cristo nos perdoou. Mateus 22.39 nos ensina: “Amarás ao teu próximo como a ti mesmo”. Precisamos sentir que ele nos ama e já nos perdoou. Para que isso ocorra, devemos lembrar a posição em que Deus já nos colocou: “nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus” (Efésios 2.6). Precisamos nos ver como somos aos olhos de Deus e não segundo os nossos incorretos sentimentos. Em Cristo está a nossa vitória.



Valor do Perdão



Perdoar é essencial ao nosso bem estar interno e ao testemunho externo da igreja. Sem esta prática as daninhas ervas da amargura, do ódio e do ressentimento impedirão de que representemos ao mundo, integralmente, o caráter de Jesus o nosso Senhor e Salvador. Amém.

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FAMILIA DE DEUS

PAIS & FILHOS


EXPECTATIVAS DE DEUS EM RELAÇÃO AOS PAIS

EXEMPLOS DIVINOS

"Estas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te." (Deuteronômio 6:6-7) Esta passagem é o tema central de Deuteronômio. Ela estabelece um modelo que nos ajuda a relacionar a Palavra de Deus com nossa vida diária. Devemos amar a Deus, pensar constantemente em seus mandamentos, ensiná-los aos nossos filhos e viver cada dia segundo as diretrizes da Sua Palavra. Deus enfatizou a importância dos pais ensinarem a Bíblia aos seus filhos. Verdades eternas são mais efetivamente ensinadas no ambiente amoroso de um lar temente a Deus. A religião era parte integrante da vida dos hebreus. A educação religiosa era focava a vida e não constava somente de informações. Usavam o contexto da vida diária para ensinar sobre Deus. Se você quer que seus filhos sigam a Deus, deve ensiná-los diligentemente a ver Deus em todos os aspectos da vida, não somente aqueles relacionados à igreja.

PACIÊNCIA

"E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor." (Efésios 6:4). Se nossa fé em Cristo é real, ela é normalmente provada no lar, em nossos relacionamentos com quem nos conhece melhor. Pais e filhos são responsáveis uns pelos outros. Os filhos devem honrar os pais mesmo que sejam exigentes e injustos. Os pais devem cuidar gentilmente de seus filhos, mesmo que sejam desobedientes e rebeldes. Pais e filhos cristãos deverão se relacionar com consideração e amor, um colocando os interesses do outro acima dos seus próprios - isto é, submetendo-se uns aos outros. O propósito da disciplina paterna é ajudar os filhos a crescerem de uma maneira amorosa e que honre a Cristo, não irritá-los ou provocá-los à ira ou levá-los ao desencorajamento (Colossenses 3:21), tratando-os como Jesus trata as pessoas que ama, para que entendam o caráter de Cristo.

EXPECTATIVAS DE DEUS EM RELAÇÃO AOS FILHOS

HONRANDO OS PAIS

"Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor teu Deus te dá." (Êxodo 20:12) Este é o primeiro mandamento com promessa. Para viver em paz por gerações na Terra Prometida, os israelitas precisariam respeitar as autoridades e construir famílias fortes. Honrar os pais significa falar bem deles e tratá-los polidamente. Significa agir com cortesia e respeito (mas não obedecê-los se isso significar desobediência a Deus). Significa seguir seus ensinamentos e exemplo de colocar Deus em primeiro lugar. Os pais têm um lugar especial à vista de Deus. Mesmo aqueles que acham difícil conviver com seus pais é requerido deles honrara a seus pais.

BONS EXEMPLOS

"Ninguém despreze a tua mocidade; pelo contrário, torna-te padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pureza."(I Timóteo 4:12) Timóteo era um jovem pastor. Seria fácil para cristãos mais idosos desprezá-lo por causa de sua idade. Ele teve que ganhar o respeito dos mais velhos estabelecendo um exemplo na sua fala, vida, amor, fé e pureza. Deus pode usá-lo, a despeito de sua idade. Seja você jovem ou idoso, não considere sua idade um empecilho. Viva de maneira que os outros possam ver Cristo em você.

FILHOS DE DEUS QUEM SÃO OS FILHOS DE DEUS?

NASCIMENTO ESPIRITUAL

"Mas a todos os que o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus."(João 1: 12-13) Todos que recebem Jesus Cristo como Senhor de suas vidas nascem de novo espiritualmente recebendo de Deus uma nova vida. Através da fé em Cristo, esse novo nascimento promove em nós uma mudança interior - redirecionando nossas atitudes, desejos e propósitos. Ao nascer adquirimos vida física e passamos a pertencer à família dos nossos pais. (1:13). Nascer de Deus nos torna espiritualmente vivos e pertencentes à família de Deus (1:12). Isso é possível a todo aquele que crer em Cristo.

A OFERTA DE DEUS

"Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, ao ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo."(I João 3: 1) A autoestima dos fiéis se baseia no fato de que Deus nos ama e nos chama de filhos. Somos seus filhos agora e isso deveria nos encorajar a viver como Jesus viveu. Leia também Romanos 8:14-17; Gálatas 3:26-27; 4:6-7.

A FAMíLIA DE DEUS

"O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus."(Romanos 8:16) Paulo usa adoção ou "filiação" para ilustrar o novo relacionamento do crente com Deus. Quando alguém se torna cristão, ganha todos os privilégios e responsabilidades de um filho da família de Deus. Um desses privilégios é ser guiado pelo Espírito (Gálatas 4:5-6), cuja presença nos lembra quem somos e nos encoraja com amor (5:5). Deus nos deu Seus melhores presentes: Seu Filho, perdão e vida eterna.

PAIS E FILHOS

PAIS & FILHOS: AMIGOS !


" Tu as inculcarás a teus filhos, e delas falarás assentado em tua casa,
e andando pelo caminho, e ao deitar-te e ao levantar-te." Dt 6.7

" Ensina a criança no caminho em que deve andar,
e ainda quando for velho não se desviará dele." Pv 22.6

O cenário hoje não é nada bom, vemos o diabo divulgando os seus ensinamentos através dos meios de comunicação; com uma atenção toda especial dedicada às crianças, preparando-as para servi-lo e tem sido vitorioso. É só olharmos quantos jovens envolvidos com as drogas , marginalidade, prostituição, homossexualismo, etc.(2Tm 3.1-7)

E os pais Servos, devem preocupar-se com esta situação?
A resposta vem do próprio Senhor , veja os texto citados inicialmente
(Dt 6.6-8; Pv 22.6) retratam mandamentos que deve ser cumpridos por aqueles que querem ver os filhos crescerem na presença do Senhor e cheios do Espírito Santo.
Diz-nos um provérbio: "Tal pai, tais filhos"
É impossível criar filhos aos pés de Cristo, se os pais não estiverem nesta condição, o evangelho é para ser vivido na prática, nunca na teoria.
Pais, é indispensável serem cheios do Espírito Santo para tornarem-se participantes das muitas promessas de vitórias na educação e criação dos filhos.

Seguem-se algumas recomendações:

1) Amar a Deus - Marcos 12.30
O maior mandamento dado por Deus é o amor, quando se ama ao Senhor, morre-se para o mundo e suas ilusões e a vida torna-se uma com o Pai, possui-se a mente de Cristo e o revestimento do Santo Espírito. O nosso prazer resume-se em apenas um: Fazer a vontade do Eterno.
Este ensinamento deve fazer parte da vida da criança. (Pv 22.6)

2) Ensinando o Caminho - Deuteronômio 6.5-9
Para os judeus a Lei do Senhor era de suma importância, tinham zelo, um amor
muito grande e a ensinavam de pai para filhos, geração após geração.
A ação dos pais atualmente deve ser a mesma: dar importância à Palavra, amá-la e ser zeloso a transmissão dos ensinamentos.
É impossível que haja sucesso, se esta missão for deixada apenas nas mãos dos mestres, professores e pastores da igreja.
"Seja responsável pela educação e apresentação da suas crianças diante do altar."

3) O dia-a-dia - 1Rs 9.4
Alguns aspectos da vida das crianças devem ser observados pelos pais, isto requer tempo e comunhão e não pode ser realizado com sucesso por terceiros, faça você mesmo.
Esteja atento:

Melhor Amigo:

No decorrer dos dias, amigos e colegas hão de surgir na vida das crianças.
Aconselho-te, seja sempre o melhor amigo, o mais presente, o mais confiável, desenvolva laços profundos de amizade e respeito com elas.
Veja a relação entre Abraão e Isaque, como exemplo. ( Gênesis 22.1-19)

Conhecendo os amigos:

O controle sobre a vida da criança deve ser amplo e inclui uma particularidade,
conhecer amigos e colegas. É indispensável saber com quem anda seu filho, os lugares onde freqüenta .
Faça uma análise e quando sentir necessário deve proibi-lo.

Lembre-se: As crianças estão em formação e são altamente influenciadas.

COMPOSITOR CRISTÃO

A Arte de Compor

Composição musical, provavelmente é a mais bela dentre as artes. Ela é a que mais expressa o sentimento humano em relação à Deus, à vida, às pessoas, etc

Além de ser uma arte, fruto do talento dado por Deus, constitui-se um dom especial para um fim determinado.

Invariavelmente, a composição está ligada a uma experiência pessoal. Quando se trata de um dom natural, o compositor consegue através da melodia e da letra transmitir com precisão e beleza, os sentimentos registrados em suas experiências.

Há um detalhe interessante a ser observado. Um fenômeno ocorre - em nosso meio - com pessoas que mesmo não tendo o "dom", são capazes de compor ainda que de maneira simples, aquilo que resulta de suas experiências com Deus, a propósito do que diz o Sl. 40:2-3: "…pôs um novo cântico na minha boca…", e o Sl 45:1: "…o meu coração ferve com palavras boas; falo do que tenho feito no tocante ao Rei: a minha língua é a pena de um destro escritor…"

Tal fenômeno em parte se explica pelo fato de que, segundo pesquisa, 90% das pessoas são musicalmente afinadas!
Analisando a questão dentro da realidade cristã, vamos notar que a história da Igreja tem sido escrita, o longo dos anos, através da música também e esse é o ponto no qual devemos nos deter.

Talvez seja interessante fazermos algumas perguntas. Por exemplo, o que torna a música cristã tão diferenciada? Como se explica sua explosão em escala mundial? E o surgimento de tanta gente talentosa ao redor do mundo, oferecendo uma música de qualidade? As respostas obteremos, observando princípios básicos que regem o mundo da música.


A INSPIRAÇÃO

Sem dúvida, a inspiração é um dos principais elementos no processo de composição. Sem ela, torna-se sem sentido qualquer trabalho musical. Costuma-se dizer que quando a música é inspirada, ela "gruda" na gente. No meio cristão, quando a música de fato é inspirada, somos profundamente marcados por ela. Quantos de nós não teve uma experiência em que Deus falou fortemente conosco e ali fomos tocados, ungidos, quem sabe até curados?
Minha vida e ministério, tem sido o fruto de cânticos que me marcaram profunda e definitivamente.

FONTE DE INSPIRAÇÃO

A inspiração procede de uma fonte. Todo compositor "bebe" de uma determinada fonte.
Eu não conheço fonte melhor e mais fidedigna além do Senhor e sua palavra.
Em Deut 31:19 Deus "instrui" a Moisés sobre a composição de um cântico que deveria ser um testemunho contra os filhos de Israel, para se lembrarem do Senhor e da sua aliança.

Para mim, essa passagem deixa claro o propósito divino com relação à música cristã: apresentar a vontade de Deus aos homens, para que se lembrem dele e da sua aliança.

Nesse caso vemos também a música como instrumento de comunicação divina aos homens. Note-se a responsabilidade de Moisés no sentido de ser fiel em transmitir o que recebera de Deus.

Nossos compositores precisam ganhar a consciência de que tem uma missão divina no exercício do seu dom, para o qual se requer total fidelidade. Por isso é preciso estar em ininterrupta sintonia com o Pai. Ele e sua palavra são fontes seguras para aqueles que receberam o dom de compor.

TRANSPIRAÇÃO

É um fator importante no processo de composição. Transpiração é fruto da observação dos fatos e circunstâncias que nos cercam. Davi nos oferece exemplos variados de como isso acontece em muito dos salmos que escreveu.

O salmo 23, é uma feliz combinação entre a inspiração e a transpiração. Ali, ele descreve sua relação com o Senhor representando um pastor e seu cuidado para com sua ovelha. A transpiração aqui foi aplicada com base no fato de que Davi era um pastor de ovelhas.

COERÊNCIA BÍBLICA

Gostaria de fazer uma pergunta. Nós compositores temos tido o cuidado com a biblicidade das nossas composições? O que se ouve nas rádios é biblicamente coerente? Existe diferença entre o que se compunha no passado, comparado às composições de hoje?
É importante sabermos que a composição não alinhada com as verdades bíblicas não tem nenhum sentido.

Nossos temas, letras e poesias têm de ser bíblicos. Sabe por que? Porque a música é um excelente instrumento de pregação do evangelho, e essa é uma boa razão de sermos coerentes com a Bíblia quanto as nossas composições.

JESUS, O TEMA DOS TEMAS

Falar de Jesus e transmitir seu amor é a missão mais sublime conferida aquele que é um discípulo. Como compositor não encontro tema mais empolgante para explorar do que Jesus. É o assunto mais importante da Bíblia.

O segredo de ser um compositor sempre inspirado, é ter conhecimento de Jesus e cultivar um relacionamento íntimo com o Senhor. O apóstolo Paulo disse que "nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento" Col 2:2-3



Adhemar de Campos
Fonte: Adorar.net